Casa da Aldeia
Protegida da rua, a casa se volta para seu interior. Dois blocos, um íntimo e outro social se abrem para um grande deque e para a mata.
O sol da manhã banha deque e corredor-varanda ; o sol da tarde, esquenta os quartos para a hora de dormir. No inverno, o sol mais baixo que vem do norte penetra pela sala, filtrado pelas árvores. O vento vindo da mata e do rio, refresca a casa no verão.
A fachada frontal cega deixa a casa indevassável pela rua. Janelas altas permitem o sol entrar nos quartos ao fim da tarde. A composição é feita com diferentes volumes e texturas. Muros de pedra, telhas e entulhos formam a linguagem do bloco íntimo. Já o bloco social se distingue por sua grande porta opaca e suas paredes com desenho verde ou cobogó.
A casa aproveita a topografia. Apesar de cada bloco se manter praticamente em um só nível, espaços com funcionalidade específica ou que requerem mais intimidade se separam destes blocos acompanhando o relevo. Este é o caso da garagem e quarto de visitas, assim como do escritório e sala de leitura.
A casa e seus usos ocupam o terreno sempre em consonância com as vistas das árvores, dos pássaros e do ceú, com os ruídos da mata e do rio, com a luz solar e todas as possíveis descobertas que estes podem gerar…
![]() Planta térreo | ![]() Térreo subsolo | ![]() Planta de cobertura |
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![]() Fachada frontal | ![]() Perspectiva fundos | ![]() Deque |
![]() Sala | ![]() Cozinha e jantar | ![]() Corredor dos quartos |
![]() Banheiro |









